Toda vacina tem uma temperatura certa. Sem cuidar disso, entramos numa fria.

No blog Viva Bem da UOL, a jornalista Lúcia Helena abordou sobre a temperatura certa para transportar e armazenar a nova vacina da COVID-19. Entre todos os desafios não conhecidos pelos pacientes, ela aborda todos os conceitos da cadeira fria, a qual o Grupo Polar tem experiência há mais de 20 anos.

Liana afirma: “Segundo a Organização Mundial de Saúde, praticamente 50% das vacinas já não chegam até as pessoas em plenas condições por problemas no meio do caminho entre a indústria e elas. E muitos desses problemas têm a ver com a temperatura”.

Ainda sobre a temperatura, na fase do desenvolvimento de um imunizante, são feitos diversos testes de estabilidade para descobrir em que faixa de temperatura suas moléculas devem ficar antes de se romperem, por exemplo. “Essa recomendação precisa ser seguida à risca, nenhum grau a mais, nem a menos”, avisa Liana.”

Acompanhe a entrevista na íntegra, clicando aqui!
E veja também todas as soluções do Grupo Polar, aqui.

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